sábado, 10 de janeiro de 2009

Formento do momento

Esvaziei-me
em teu copo esvaziei-me
sem querer me deixei esvaziar
pelo sabor de teu vidro

o sabor de teu ouvido
em minha voz
algo egocentrico por um lado
e por outro veloz

tão veloz que nem penso
nem paro pra pensar
não sinto necessidade senão
de estar e sentir

de saborear teu falar e ouvir
sua riqueza em me deixar contente
ao redor de tanta gente
no meio de um mundo tão fulgaz

Aqui jaz parte desse sentimento
algo indescrítivel até mesmo por poesia
que é uma cria,não muito obediente
é gosto de estar feliz e triste
saber que o jogo dos opostos não funciona mais consigo

Um comentário:

Taiyo Omura disse...

tá bom pra caralho Álvaro!
sugiro que aumente o tamanho das poesias, veja onde vai dar, liberte a escrita, as palavras, o texto.

sem pudor