quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Chuva,cavaco

Chuva dócil sofre um sorriso
sorriso de quem vê nela esperança
de quem vê mais que lembrança
na queda espetacular

lembro samba no cavaco
sambo e sambo em meu suvaco
a ponta do sabonete

E sinto aquela paz de espírito
que só um dia desses pode dar

Casa vazia,tempo frio
sopro manso a me passar
rádio ligado na cozinha
quinta,sexta a me esperar

Aqui reaprendo,começo do zero
Esse poema é bem isso
É começo do início
A entrega ao que há

Um comentário:

Taiyo Omura disse...

lindo, lindo,

belo final!