sábado, 3 de janeiro de 2009

Ao mesmo tempo

De repente você aparece na minha mente
mas é tão de repente que ela nem sente
não sei se ela sou eu
nem se sinto o que sou
quando você aparece,aparente
repentina
de repente

Perdido estou
ao azar da sorte de estar perdido
solto,entretido
vivo,exprimido
em alma tua

Em paixão nua
me sinto inserido
força crua que esmaga os sentidos
razão sem sentidos
emoção com razão
sofro de emoção
do inseguro do não
do emotivo do saber de nada

bola de fogo cruzada,mal acabada
entorpecentes tristes e alegres
ao mesmo tempo
desalento com alento ao mesmo tempo
você e eu
em sincronia com o tempo
ao mesmo
tempo

Um comentário:

Taiyo Omura disse...

tua poesia me veio como uma porrada na cara!

é assim que eu gosto!

bate mais!

bate mais!

hahahahahhahahahahha

te amo mesmo sendo macho pra caralho.

valeu Álvaro!
poesia porra!